terça-feira, 24 de junho de 2008

Poema sefardi acerca dos carinhos excessivos que os adultos dão aos bebés

Non me mordaš, ya habîbî Lã,
no qero daniyoso
Al-gilãlah rajisah Bašta
a tõtõ me rifyušo.

Nõn me tánkaš, yã habîbî Lã,
no qero daniyõšo
Al-gilãlah rajisah Bašta
a tõtõ me rifyušo.

Não me mordas, amigo, não,
Eu não quero o que me faz dano
Meu corpinho é frágil. Basta.
De todo me nego.

Não me toques, amigo, não,
Eu não quero o que me faz dano
Meu corpinho é frágil. Basta.
De todo me recuso.

Yehuda Halevi (1075-1140)

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